quinta-feira, 19 de novembro de 2009
O trabalho de Basquiat esta inundado de referências e de correspondências múltiplas, os seus trabalhos não são apresentados numa estrutura aberta, mas como uma dinâmica simultânea entre declarações divergentes e em si próprias herméticas.
As suas representações ilustram tudo o que é terrifico, despedaçado, incoerente, e na sua demolição e desprezo por qualquer tipo de unidade visual tradicional. O tema principal dos seus trabalhos é a vida na grande cidade. A indiferênça em relação à perspectiva e a posição infantil e ingénua em relação ao estilo são características suas.
As primeiras telas de Basquiat foram as paredes da cidade onde ele difundiu as suas mensagens. Olhando além do significado de infantil de representação da grande cidade e da verdadeira imagem dos seres humanos, a obra de Basquiat é claramente uma arte de fúria e de rebelião, mas retém sempre os engenhosos jogos de palavras da sua fase dos graffitis. A coroa e o símbolo do copyright são as características mais obvias do período graffiti para as pinturas e desenhos posteriores.
As suas representações ilustram tudo o que é terrifico, despedaçado, incoerente, e na sua demolição e desprezo por qualquer tipo de unidade visual tradicional. O tema principal dos seus trabalhos é a vida na grande cidade. A indiferênça em relação à perspectiva e a posição infantil e ingénua em relação ao estilo são características suas.
As primeiras telas de Basquiat foram as paredes da cidade onde ele difundiu as suas mensagens. Olhando além do significado de infantil de representação da grande cidade e da verdadeira imagem dos seres humanos, a obra de Basquiat é claramente uma arte de fúria e de rebelião, mas retém sempre os engenhosos jogos de palavras da sua fase dos graffitis. A coroa e o símbolo do copyright são as características mais obvias do período graffiti para as pinturas e desenhos posteriores.
O pintor Jean-Michel Basquiat, nascido no Haiti, em 1960, iniciou sua carreira grafitando as paredes e muros de Nova York. Surgiu no final da década de 70, chamando atenção pelo alto nível de suas obras. Em seus grafites, apropriava-se de símbolos de variadas culturas (Astecas, Gregos, Africanos, Egípcios etc) e de obras famosas, como a Monalisa, de Leonardo da Vinci. Dava prioridade, entretanto, à ícones da cultura e consumo americanos, principalmente no contexto político e social.
As temáticas encontradas em suas obras refletem suas preocupações, como o genocídio e a opres- são, em "Missionaries" e o racismo, em "Ghetto","Hollywood Africans" e "Harlem". Basquiat já mostrava os passos que o grafite iria tomar, deixando de ser apenas traços e formas ilógicas, para traduzir os problemas mundiais.
Bastante influenciado pela mídia, mesclava os diversos conhecimentos que adquiriu em frente à TV, transformando desenhos, e tudo que o chamasse atenção, em pinturas. Assinava suas obras como "SAMO", porém, com os excessivos elogios da imprensa americana, passou a usar: "SAMO is dead", mostrando seu repúdio à massificação de seus desenhos pela imprensa.
Com 21 anos já participava da sua primeira coletiva em Nova York, indo logo depois expor em Modena, na Itália. Com Andy Warhol, o gênio da pop art, formou dupla, onde chegaram a pintar à quatro mãos e realizar belas obras. A morte de seu mestre levou Basquiat a depressão e a se afundar em drogas, morrendo em 12 de agosto de 1988, graças a um coquetel de heroína e cocaína.
As temáticas encontradas em suas obras refletem suas preocupações, como o genocídio e a opres- são, em "Missionaries" e o racismo, em "Ghetto","Hollywood Africans" e "Harlem". Basquiat já mostrava os passos que o grafite iria tomar, deixando de ser apenas traços e formas ilógicas, para traduzir os problemas mundiais.
Bastante influenciado pela mídia, mesclava os diversos conhecimentos que adquiriu em frente à TV, transformando desenhos, e tudo que o chamasse atenção, em pinturas. Assinava suas obras como "SAMO", porém, com os excessivos elogios da imprensa americana, passou a usar: "SAMO is dead", mostrando seu repúdio à massificação de seus desenhos pela imprensa.
Com 21 anos já participava da sua primeira coletiva em Nova York, indo logo depois expor em Modena, na Itália. Com Andy Warhol, o gênio da pop art, formou dupla, onde chegaram a pintar à quatro mãos e realizar belas obras. A morte de seu mestre levou Basquiat a depressão e a se afundar em drogas, morrendo em 12 de agosto de 1988, graças a um coquetel de heroína e cocaína.
Assinar:
Comentários (Atom)
